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Estes conselhos são dedicados aos homens e as mulheres, porque ambos podem ser empregados ou empregadores, chefes ou subordinados. Ambas as posições são delicadas e requerem tato para que haja uma atmosfera agradável, sem a qual o esforço é trancado ou diminuído por certo mal-estar.
1º. - Um chefe não deve irritar-se nunca com um subordiando. Das duas uma: ou o empregado errou involuntariamente e merece ser repreendido e orientado, e neste caso não há necessidade de palavras ou atitudes ásperas, se é um mau trabalhador, neste caso é aconselhável o patrão despedí-lo, sem necessidade de expressões grosseiras ou mesmo zangadas.
O patrão deve fazer o quanto possível, fazer do empregado um amigo ou uma pessoa que inspire confiança. Palavras severas podem corrigir. Palavras violentas não levam a coisa alguma de bom, quando não conduzem a episódios lamentáveis. As vezes a culpa não é somente do empregado... Sempre que possível, a boa vontade mútua é tudo quanto há de melhor para os dois.
2º. - O empregado também tem obrigações. Cumprir com elas da maneira mais clara possível. Manter bom humor, compreender que o patrão tem mais responsabilidade, tantas são as preocupações. Feito seu trabalho, se um colega estiver em embaraços, ajude-o para que ele também fique nas boas graças do patrão. Se o patrão for irascível, o melhor é pedir as contas e deixar o emprego, antes que as duas partes entrem em conflito.
3º. - O patrão deve ser pontual (dependendo do trabalho) para dar exemplo. Dar um bom dia, boa tarde, até logo, e interessar-se por um empregado que esteja enfermo ou com pessoa de sua família adoentada, são atos banais, que agradam sempre e forma um ambiente sadio.
4º. - Se o empregado for falar ao patrão, deve pedir licença antes de entrar na sala e manter-se em pé, enquanto fala com ele. O patrão deve ouvir com atenção o que lhe é dito, mesmo se for uma notícia desagradável. Se a conversa for longa, não custa mandar o empregado sentar-se para discutir o assunto.
5º. - Por mais íntimo que o empregado seja do patrão, durante o trabalho não pode tratá-lo com intimidade. O "você" ou o "tu" são expressões de camaradagem pessoal, não deve ser empregados. Mesmo dois irmãos, em reunião de negócios em que haja estranhos ou gente de cerimônia, devem tratar-se como tratariam qualquer das demais pessoas presentes.
6º. - Nunca se deve dar conselhos a um colega de trabalho do mesmo nível, sem que seja solicitado, a não ser quando a amizade pessoal está acima de qualquer melindre. Ao contrário, deve-se procurar aconselhar uma pessoa subordinada, se perceber que a pessoa tomaria o conselho com uma prova de boa amizade.
7º. - Nunca se delata um companheiro, a não ser quando o fato é de tal gravidade, que haja uma obrigação moral nesse sentido. Havendo uma atitude coletiva que pareça errada e vendo baldados os esforços para impedí-la, é melhor manter-se fora do debate, mostrando que a opinião pessoal não deve sobrepujar a coletiva. O "Espírito de Coleguismo" deve estar sempre vivo entre os colegas.
8º. - Mesmo que se saiba que há alguma coisa de errado no escritório, não se deve comentar o fato em grupo de conhecidos ou estranhos ao trabalho. Podendo, evite qualquer confidência seja a quem for.
9º. - Mesmo que alguém de fora se dirija ao empregado de uma empresa em termos e atitudes menos delicadas, o empregado não deve responder no mesmo tom. É com palavras simpáticas e atitudes corteses que se vencem obstáculos e se mostra a pessoa irritada como está ela errada em seu comportamento.
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